O mundo está louco. Mas porquê? Temos acesso a toda a informação possível num clique, e mesmo assim acreditamos nas conversas de extremistas?
Como é isto possível? Como é que acreditamos que o mundo é assim tão perigoso? Quando o contrário é verdade – nunca na história houve tão poucas guerras e tão pouca gente a morrer disso mesmo. Sim, há problemas e mais mortes do que desejamos, não o nego, mas são menores que aqueles que a televisão nos fazem crer.
O mundo não assiste a uma guerra de bombas, mas sim de percepções. Quando se pensa que o mundo está assim tão mal que votamos nos extremistas que se alimentam da nossa falsa, e alimentada por eles mesmos, visão do mundo. Quando erguemos muralhas para separar os ricos daqueles que fogem da guerra.
Se víssemos menos notícias, se ler e viajar fosse uma prioridade, veríamos o mundo como ele é realmente. Um lugar bom. E lutaríamos pela igualdade de oportunidades, pelo ambiente, pelo combate às percepções erradas, pela aceitação da diferença. Veríamos que cor e religião não devem ser uma barreira à cooperação, mas algo pelo que podemos estar agradecidos.
E aí não haveriam Trumps, e não fazíamos do mundo o lugar perigoso que tanto pensamos e tememos que ele seja.
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